Lucas Loconte é redator, estrategista narrativo e pesquisador de linguagem.
Atua na interseção entre comunicação, cultura, storytelling e construção de identidades verbais, desenvolvendo sistemas narrativos, posicionamento e arquitetura de linguagem para marcas, projetos, executivos e equipes criativas.
Sua trajetória começou no jornalismo, mas rapidamente expandiu-se para territórios híbridos que atravessam audiovisual, branding, escrita, pesquisa cultural e narrativa transmídia. Formado em Comunicação Social — Jornalismo pela Unesp, iniciou sua carreira entre projetos editoriais, blogs independentes sobre cinema e literatura, pesquisa acadêmica e experiências em redação jornalística, até ingressar no Curso Estado de Jornalismo Econômico e atuar em projetos ligados ao Estadão em um momento de transformação digital do jornalismo brasileiro.

Nos anos seguintes, transitou entre comunicação editorial, produção audiovisual, estratégia de conteúdo e desenvolvimento de narrativas digitais, acumulando experiências em empresas de educação, tecnologia, mercado financeiro e entretenimento. Ao longo desse percurso, desenvolveu uma atuação marcada pela combinação entre pensamento estratégico, repertório cultural, velocidade criativa e organização sistêmica.
Foi editor, redator, estrategista de conteúdo, roteirista e líder criativo em projetos ligados a marcas e empresas como Serasa, Avenue, iFood, Queevo, Me Poupe!, UOL EdTech, Quero Educação, Johnnie Walker, Heineken, NotCo, PRIO, Blue Moon, Lagunitas e BTG Pactual.
Paralelamente à atuação no mercado, desenvolveu pesquisas sobre linguagem, construção narrativa e storytelling contemporâneo no mestrado em Divulgação Científica e Cultural pela Unicamp, investigando estruturas narrativas fragmentadas e não-lineares em séries televisivas.
Seu trabalho hoje combina estratégia narrativa, identidade verbal, thought leadership, pesquisa cultural e sistemas de linguagem aplicados à comunicação contemporânea, especialmente em contextos atravessados por transformação digital, inteligência artificial, cultura de internet e economia da atenção.
Em 2025, publicou seu primeiro conto na Revista Suprassuma, do Grupo Companhia das Letras. Em 2026, participou das coletâneas LGBTerror — Volume 2, da Editora Diário Macabro, e Máquina de Contos 2026.
Atualmente, desenvolve projetos autorais de ficção, investigação cultural e escrita ensaística através do Gabinete Mnemosyne, um laboratório narrativo dedicado a linguagem, imaginário, memória, cultura contemporânea e mundos especulativos.